Canarinho – Morre o humorista Canarinho, do programa “A praça é nossa”

Morreu na tarde desta sexta-feira (21/3) o humorista Aloísio Ferreira Gomes, mais conhecido como Canarinho, nome do personagem que marcou época no programa A praça é nossa

CanarinhoMorreu na tarde desta sexta-feira (21/3) o humorista Aloísio Ferreira Gomes, mais conhecido como Canarinho, nome do personagem que marcou época no programa A praça é nossa. Internado desde o último domingo (16/3) em um hospital de Mogi das Cruzes (SP), o comediante, de 86 anos, sofreu um infarto no último domingo (16/03). A morte foi confirmada pela assessoria do canal SBT.

Com diversas passagens pelo rádio e pela televisão, Canarinho foi companheiro de Carlos Alberto de Nóbrega no humorístico A praça é nossa durante 27 anos. Em depoimento exibido no último domingo, no Programa da Eliana, ele relembrou a amizade com o apresentador e desejou sucesso ao programa.

De acordo com o SBT, Canarinho será cremado. Ainda não há mais informações sobre o local do velório do comediante, que é natural de Salvador (BA).

Morre o humorista Canarinho, de ‘A Praça É Nossa’

Morreu nesta sexta-feira, aos 86 anos, o humorista Canarinho, nome artístico de Aloísio Ferreira Gomes, conhecido pelo programa A Praça É Nossa, do SBT, segundo informou ao site de VEJA a assessoria de imprensa da emissora. Canarinho estava internado no Hospital Santana, em Mogi das Cruzes, interior e São Paulo, desde o último domingo, após sofrer um infarto agudo no miocárdio.

Nascido em Salvador, Bahia, Aloísio Ferreira Gomes iniciou sua carreira aos 17 anos como cantor, mas ganhou notoriedade com seus trabalhos humorísticos no rádio, no cinema e, principalmente, na televisão. No programa A Praça É Nossa, em que começou a trabalhar em 1987, Canarinho fazia o papel de um rapaz inconveniente que falava alto ao telefone, atrapalhando a conversa das pessoas que estavam ao seu lado.

Antes do programa se chamar A Praça É Nossa, ele já havia feito participações na Praça da Alegria, apresentado por Manuel de Nóbrega, pai de Carlos Alberto de Nóbrega. Na televisão, Canarinho também esteve nos elencos da série Sítio do Pica-Pau Amarelo, em 1977, no papel de Garnizé, e na versão original da novela Sinhá Moça, em 1986.

Morre em São Paulo o humorista Canarinho

Morreu nesta sexta-feira (21), em São Paulo, o humorista Canarinho, aos 86 anos, integrante do programa “A Praça é Nossa”, no SBT. Internado desde o dia 16 de março, ele teve um infarto agudo do miocárdio. O corpo será velado no Velório Municipal de Mogi das Cruzes, a partir das 22 horas de hoje. O corpo está previsto para ser cremado às 10h na Vila Alpina. A cerimônia será aberta ao público.

Aloísio Ferreira Gomes, o Canarinho, começou sua carreira como cantor, trabalhou como apresentador e também reúne vários filmes no currículo.

O humorista estava afastado do programa há algum tempo, para cuidar da saúde. E, desde o dia 16 de março, internado no hospital Santana, de Mogi das Cruzes.

Carlos Alberto de Nóbrega ficou abalado com a morte do amigo e prefere não falar com a imprensa neste momento, segundo informou a assessoria do apresentador.

Carlos Alberto tinha um apreço pelo amigo, conforme manifestou no especial de Natal, da “A Praça é Nossa” de 2011.”Se o Golias foi meu grande amigo do trabalho, Canarinho foi meu grande amigo da sacanagem (risos). O Canarinho é o único que conseguia encher o saco do meu pai, sem irritá-lo. Você faz parte da minha vida”, afirmou ele.

Canarinho e Manoel de Nóbrega se conheceram na TV Paulista, no programa “Praça da Alegria” e se tornaram amigos.

Canarinho

Nascido na Bahia, Canarinho iniciou sua carreira aos 17 anos, com passagens pelo rádio, cinema e televisão. Em 1987, Canarinho passou a integrar o humorístico “A Praça É Nossa”, do SBT, onde completaria 27 anos na emissora.

Participou do “Sítio do Picapau Amarelo”, no qual interpretou Garnizé. Além disso, Canarinho participou das novelas “Meu Pedacinho de Chão”, de Benedito Ruy Barbosa, que será reexibida em 100 capítulos na Globo em abril, e “Sinha Moça”. Além de redator das atrações “Programa Show Canarinho”, “Domingo é Dia”.

No cinema, participou de “Nos Tempos da Vaselina” (1979), “As Testemunhas Não Condenam” (1962), “A Desforra” (1967), “Sábado Alucinante” (1970), “Diabólicos Herdeiros” (1971), “Jerônimo” (1972), entre outros.

“Lamentamos a perda do humorista e deixamos nossos sentimentos aos familiares, amigos, admiradores e colegas de trabalho de Canarinho”, disse o SBT em nota.

Canarinho era casado com Rosa, com quem tem um filho, além de outros três do primeiro casamento.

Famosos comentam

A morte de Canarinho foi sentida também por amigos e colegas de trabalhos. Muito emocionado, Carlos Koppa, “o loirão do orelhão”, disse ao UOL que “embora esperasse”, “está sofrendo muito”. “Está sendo uma cacetada, visitava ele toda a semana e sabia que ele estava piorando”. Chorando, o ator desabafou: “Trabalhamos juntos, imagina o que estou passando?”.

O apresentador Celso Portioli usou seu perfil do Twitter para comentar. “Muti triste, meus sentimentos à familia”, escreveu ele. O humorista Zé Américo também lamentou: “Que pena, mais um grande expoente do humor e um mestre na vida se foi. Quando eu era criança o Canarinho tinha um fliperama perto de casa eu como eu não saía de lá ele queria saber se eu estava na escola. Quando eu ia imaginar que iria conhecer, trabalhar e ficar amigo dele?”, relembrou.

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